terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Fernando Pessoa
Caros Amigos
Só podia ser Fernando Pessoa!
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,mas na intensidade com que acontecem
Por isso existem momentos inesquecíveis,coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Fernando Pessoa
Só podia ser Fernando Pessoa!
"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,mas na intensidade com que acontecem
Por isso existem momentos inesquecíveis,coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"
Fernando Pessoa
terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Mariana Silva - Uma Campeã - Uma referência!
Escrevo estas palavras no meu blog pessoal porque acho que o devo fazer, fora do blog da Academia e da Associação Xadrez de Leiria.
A Mariana Silva fez este ano 18 anos, anda a tirar a carta de condução, é uma estudante -trabalhadora, estuda no 12º ano na área de Ciências no Externato Cooperativo da Benedita. Quer tirar Gestão.
Conheci a Mariana com oito anos, estava ela no 3º ano, da Escola Básica 1 da Benedita, na turma do Professor Olegário Rodrigues. Uma turma espectacular. Ia a essa turma dar aulas de xadrez uma vez por semana em tempo lectivo. A Mariana mais duas colegas, Lídia Ferreira e Mónica Fialho queriam ter mais treinos e passaram a ter 4 vezes por semana. A Escola torna-se um clube federado, Grupo Xadrez da Escola Básica 1 da Beendita.
Em 2001 a Mariana e a Mónica disputaram o Campeonato Nacional Feminino Sub10. Foi o último ano que houve a separação dos Campeonatos Nacionais Feminino e Masculino. Na última sessão, a sétima, a Mariana e a Mónica jogam as duas na mesa 1. A vitoria de uma delas podia dar o título de Campeã Nacional Feminina. Com o empate uma delas ficava em 2º e a outra em 3º. Mariana vence a partida fica com 5 pontos. Mas essa vitória não chega para o título porque uma jovem do Porto, Catarina Costa também tinha 5 pontos. Tiveram que ir a match de desempate. Catarina Costa era mais experiente e vence Mariana. A Mónica fica em 6º lugar e Mariana torna-se assim Vice campeã Feminina. Mónica deixa a competição.
Catarina Costa torna-se assim amiga e sombra de Mariana ao longo de vários Campeonatos. Nos Sub12 Mariana é Campeã Feminina e vai a Mureck foi 6º classificada Feminina.
Nos Sub14 em Aveiro torna-se novamente Campeã Nacional. E nos Sub18 em Portimão repete a proeza.
Ao longo destes Campeonatos fica no pódio com excepção de dois, que fica em 4º lugar.
Mariana é uma jovem que é uma referência no xadrez. E eu como treinador e amigo sinto orgulho nisso.
A Mariana está hoje na Pré - Selecção Feminina que vai disputar a 39ª Olimpiada de Xadrez que terá lugar na Rússia.
Parabéns Mariana!! Podes sempre contar comigo!
domingo, 7 de junho de 2009
Os Campeões do Mundo de Xadrez!
Anand
Kasparov
Steinitz
LaskerGioacchino Greco - 1622 - 1634
François-André Danican Philidor - 1745 - 1795
Louis de la Bourdonnais - 1834 - 1840
Howard Staunton - 1841 - 1851
Adolf Anderssen - 1851 - 1858
Paul Morphy - 1858 - 1863
Wilhelm Steinitz - 1866 - 1894
Emanuel Lasker - 1894 - 1921
José Raúl Capablanca - 1921 - 1927
Alexander Alekhine - 1927 - 1935
Max Euwe - 1935 - 1937
Alexander Alekhine - 1937 - 1946
Mikhail Botvinnik - 1948 - 1957
Vasily Smyslov - 1957 - 1958
Mikhail Botvinnik - 1958 - 1960
Mikhail Tal1960 - 1961
Mikhail Botvinnik - 1961 - 1963
Tigran Petrosian - 1963 - 1969
Boris Spassky - 1969 - 1972
Bobby Fischer - 1972 - 1975
Anatoly Karpov - 1975 - 1985
Garry Kasparov - 1985 - 2000
Vladimir Kramnik - 2000 - 2006
Veselin Topalov - 2005 - 2006
Vladimir Kramnik - 2006 - 2007
Viswanathan Anand - 2007 - (renovou em 2008)
sexta-feira, 29 de maio de 2009
xadrez na Alemanha
Projecto especial leva o xadrez a escolas infantis na Alemanha
Em mais de 150 jardins-de-infância no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, as crianças recebem aulas de xadrez. Especialistas acreditam que o jogo incentiva o pensamento lógico.
Convencido dos efeitos positivos do xadrez para o desenvolvimento infantil, Ralf Schreiber, consultor de marketing e entusiasta deste jogo, conseguiu, há pouco mais de um ano, convencer políticos, empresários e associações a viabilizarem um projecto a ser realizado em mais de uma centena de jardins-de-infância na Alemanha. A ideia era ensinar crianças, desde pequenas, a jogar xadrez.
Iniciado em Março de 2007, o projecto começou em 157 instituições de ensino infantil e já foi ampliado para mais 11, tendo-se tornado objecto de pesquisas científicas. Na cidade de Hattingen, por exemplo, várias escolinhas aderiram ao xadrez, sempre com acompanhamento de especialistas que estudam a influência do jogo nas crianças.
Schreiber, com o apoio de sua mulher está convencido da relevância do xadrez para as crianças, conta que ensinou à própria filha de dois anos as artimanhas do jogo. «Fomos introduzindo as peças aos poucos e também a forma como ela deveria mover as peças. Um dos truques que utilizamos foi espalhar alguns chocolatinhos pelo tabuleiro. Ao tomar uma peça no jogo, ela podia devorar um pequeno chocolate de verdade. Em poucos dias, ela já sabia reconhecer todas as peças. E isso com dois anos e meio. Com três, ela já jogava xadrez», conta Schreiber.
Comunicação, fantasia e comportamento
O xadrez, lembra Schreiber, incentiva, desde bem cedo, o pensamento lógico, a comunicação, a fantasia e o comportamento. «Primeiro explicamos o nome de cada peça com pequenas representações teatrais. As crianças não começaram a usar o tabuleiro, mas sim o próprio corpo, imitando os movimentos de cada figura do xadrez. Depois fomos ensinando sistematicamente o que eram a torre, o peão, o rei, a dama e o bispo», conta Sabine Zysk, educadora de um jardim-de-infância na região.
Cepticismo de alguns pais
O entusiasmo das crianças pelo xadrez surpreende, em parte, os próprios pais. «Achei, de forma geral, uma boa ideia, mas não pensei que resultasse, porque jogar xadrez é uma coisa chata. As crianças têm que ficar sentadas durante muito tempo, eu não imaginava que resultasse», confessa Nicole Gambalat, mãe de uma criança que frequenta uma das escolas infantis envolvidas no projecto. Para contar com o apoio dos pais, as escolas oferecem cursos para os adultos interessados.
O argumento dos “pais” do projecto é o de que o xadrez aumenta a concentração e a disponibilidade de cooperação, fazendo também com que as crianças aprendam a perder em situações competitivas.
Caso os estudos com as crianças de Hattingen conduzam a resultados positivos, como está a acontecer, o projecto será possivelmente ampliado para o maior número possível de creches e jardins-de-infância do estado.
Artigo de Leila Winther lido na Deutsche Welle online.
in: Ala de Rei
Em mais de 150 jardins-de-infância no estado alemão da Renânia do Norte-Vestfália, as crianças recebem aulas de xadrez. Especialistas acreditam que o jogo incentiva o pensamento lógico.
Convencido dos efeitos positivos do xadrez para o desenvolvimento infantil, Ralf Schreiber, consultor de marketing e entusiasta deste jogo, conseguiu, há pouco mais de um ano, convencer políticos, empresários e associações a viabilizarem um projecto a ser realizado em mais de uma centena de jardins-de-infância na Alemanha. A ideia era ensinar crianças, desde pequenas, a jogar xadrez.
Iniciado em Março de 2007, o projecto começou em 157 instituições de ensino infantil e já foi ampliado para mais 11, tendo-se tornado objecto de pesquisas científicas. Na cidade de Hattingen, por exemplo, várias escolinhas aderiram ao xadrez, sempre com acompanhamento de especialistas que estudam a influência do jogo nas crianças.
Schreiber, com o apoio de sua mulher está convencido da relevância do xadrez para as crianças, conta que ensinou à própria filha de dois anos as artimanhas do jogo. «Fomos introduzindo as peças aos poucos e também a forma como ela deveria mover as peças. Um dos truques que utilizamos foi espalhar alguns chocolatinhos pelo tabuleiro. Ao tomar uma peça no jogo, ela podia devorar um pequeno chocolate de verdade. Em poucos dias, ela já sabia reconhecer todas as peças. E isso com dois anos e meio. Com três, ela já jogava xadrez», conta Schreiber.
Comunicação, fantasia e comportamento
O xadrez, lembra Schreiber, incentiva, desde bem cedo, o pensamento lógico, a comunicação, a fantasia e o comportamento. «Primeiro explicamos o nome de cada peça com pequenas representações teatrais. As crianças não começaram a usar o tabuleiro, mas sim o próprio corpo, imitando os movimentos de cada figura do xadrez. Depois fomos ensinando sistematicamente o que eram a torre, o peão, o rei, a dama e o bispo», conta Sabine Zysk, educadora de um jardim-de-infância na região.
Cepticismo de alguns pais
O entusiasmo das crianças pelo xadrez surpreende, em parte, os próprios pais. «Achei, de forma geral, uma boa ideia, mas não pensei que resultasse, porque jogar xadrez é uma coisa chata. As crianças têm que ficar sentadas durante muito tempo, eu não imaginava que resultasse», confessa Nicole Gambalat, mãe de uma criança que frequenta uma das escolas infantis envolvidas no projecto. Para contar com o apoio dos pais, as escolas oferecem cursos para os adultos interessados.
O argumento dos “pais” do projecto é o de que o xadrez aumenta a concentração e a disponibilidade de cooperação, fazendo também com que as crianças aprendam a perder em situações competitivas.
Caso os estudos com as crianças de Hattingen conduzam a resultados positivos, como está a acontecer, o projecto será possivelmente ampliado para o maior número possível de creches e jardins-de-infância do estado.
Artigo de Leila Winther lido na Deutsche Welle online.
in: Ala de Rei
segunda-feira, 20 de abril de 2009
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